Depois de seis jogos, os voluntários da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 concluíram o papel que exerciam no entorno da Arena Fonte Nova, durante a Copa do Mundo. Eles seguem atuando na Fan Fest de terça-feira (08.07) e do domingo (13.08), quando acontece a grande final, e também no Aeroporto Internacional de Salvador. Mesmo assim, a intensa movimentação nos dias de jogos já deixa saudades nos voluntários.

“Essa experiência aqui ao redor da arena, onde tem aquela torcida animada, torcedores estrangeiros, isso marca”, destacou a voluntária Gilcleides Alves, de 29 anos, residente no bairro do Cabula. “Eu tive contato com várias pessoas estrangeiras, aprendendo mais sobre a cultura de outros países, e eles (turistas) tiveram oportunidade de aprender sobre o nosso país também”, acrescentou.

 

Formada em Turismo pela Fundação Visconde Cairu, Gilcleides acredita que a experiência poderá abrir novas portas na profissão. “É uma oportunidade de conhecer pessoas da área e fazer novos contatos também”, afirma. Ao longo da atuação como voluntária, a turismóloga afirma ter ressaltado duas qualidades já inerentes ao povo brasileiro: o carisma e a hospitalidade. “Informações, acesso, localização, transporte, táxi. São gestos simples, mas que fazem toda a diferença”, enfatiza.

Em Salvador, a maioria dos voluntários atuou recepcionando o público em áreas próximas à arena, uma experiência gratificante para a cabeleireira Nena Oliveira, de 37 anos. “Aprendi como lidar mais com as pessoas, atender ao público em geral. Foi uma coisa gratificante pra mim essa parte de interagir com as pessoas”, destaca. A voluntária já está disposta se candidatar para uma edição do programa nos Jogos Olímpicos de 2016. “Com certeza, vale muita a pena. Foi muito legal atuar com o Brasil Voluntário”, afirma.

Osmar Gonçalves, 44 anos, empreendedor individual na área de design gráfico, também se encantou com a tarefa de lidar com tantas pessoas. “Foi uma oportunidade única que eu tive”, comemorou o voluntário, acrescentando que se dedicou bastante para fazer parte deste momento. “Se for possível eu estarei como voluntário em todos os eventos que tiver aqui no Brasil”.

Elogios locais

Não foram só estrangeiros auxiliados pelos voluntários. A população local, que também recebeu atendimento, elogia a atuação. “Essa recepção foi boa. Me senti mais à vontade”, afirmou o vendedor Marco Antônio. A pedagoga Luciana Mendes também comentou a maneira como os voluntários recepcionaram o público. “A alegria para receber os turistas, principalmente os estrangeiros, para se sentirem mais em casa”, elogia.

 

 

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