Estimular a melhoria dos serviços oferecidos pela rede de hospedagem, bares e restaurantes, reduzindo os riscos sanitários oferecidos aos consumidores e funcionários. Com este objetivo, teve início, nesta quarta-feira (8), a segunda etapa do Programa Saúde na Copa, realizada pelo Escritório Municipal da Copa (Ecopa) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

 

O evento, realizado no hotel Pestana Convento do Carmo, reuniu profissionais que trabalham em hotéis, pousadas, bares e restaurantes do Centro Histórico. É resultado da parceria entre o Ecopa, a SMS, a Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

 

Os participantes receberam informações sobre como se comportar diante de situações desde intoxicações alimentares até mesmo paradas cardíacas, sendo sensibilizados sobre a importância de promover a capacitação dos profissionais que atuam em seus estabelecimentos. "Este evento é mais um exemplo de construção coletiva, através do qual podemos aproveitar a Copa para deixar legados não apenas físicos, como sociais, através da qualificação de profissionais, e institucionais, por meio do fortalecimento do relacionamento entre poder publico e instituições publicas e privadas", afirmou o coordenador do Ecopa, Leonel Leal.

 

Para o coordenador de Saúde Ambiental (Cosam/SMS), Augusto Bastos, o planejamento é importante para que seja garantida a qualidade dos serviços, com proteção e controle de riscos à saúde. Neste encontro foram debatidas a atuação de sete áreas técnicas: Samu - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência; vigilância em saúde ambiental e vigilância sanitária (infecções de origem hídrica e alimentar); vigilância epidemiológica (controle e prevenção de doenças respiratórias); centro de controle de zoonoses (dengue); DST/Aids (prevenção de doenças sexualmente transmissíveis como Aids e hepatites virais) e Saúde do Trabalhador.

 

 

"É preciso que o empresário entenda que, maior do que o custo de investir em educação em saúde dos seus funcionários, é ter que responder por algum tipo de surto no seu hotel, como de meningite, por exemplo", alertou Bastos. A opinião foi ratificada pelo gerente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH), Luiz Blanc. "Se investirmos em educação, o nosso trabalhador adoecerá menos e ofereceremos menos riscos aos nossos hóspedes. Estamos falando em Copa do Mundo, mas o que aprendemos aqui vai ficar para sempre", afirmou.

 

Fonte: SMS / ECOPA

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