A Central de Videomonitoramento de Salvador, que funciona desde 2010, ganhará mais 66 quilômetros de fibra ótica nos próximos meses, permitindo a ampliação da sua cobertura para todo o trecho da orla atlântica da cidade e garantindo a execução mais eficaz dos serviços públicos como limpeza, ordenamento do trânsito e segurança. A ampliação foi garantida graças ao convênio entre a Companhia de Governança Eletrônica de Salvador (Cogel) e a Telebrás, firmado na semana passada, em Brasília.

 

A rede da Central de Videomonitoramento passará a ter 201 quilômetros de fibra ótica, o que permitirá à Cogel estender o serviço a novos pontos da capital. De acordo com o presidente da Cogel, Nailton Lantyer, a perspectiva é implantar o monitoramento das ruas ao longo de toda orla atlântica de Salvador, que vai da Barra à Praia do Flamengo. "Para o próximo ano, já colocamos no orçamento da Cogel a aquisição de 400 novas câmeras, além dos equipamentos e softwares necessários para a ampliação do serviço de monitoramento das ruas da cidade", acrescentou.

 

O convênio, assinado pelos presidentes da Telebrás, Caio Bonilha, e da Cogel, prevê um investimento de R$ 6,8 milhões, sendo R$ 3,8 milhões da Prefeitura e R$ 3 milhões da Telebrás.  O objetivo do acordo é prover a cidade de infraestrutura para a Copa das Confederações e Copa do Mundo, além da futura implantação do Plano Nacional de Banda Larga. "A previsão é que o trabalho esteja finalizado em julho de 2013, quando será realizada a Copa das Confederações", explica Nailton Lantyer.

 

Mais câmeras

 

Com os novos trechos de fibra ótica, a Prefeitura do Salvador poderá ampliar a cobertura da sua Central de Videomonitoramento que, através de câmeras de vídeo, acompanha a movimentação de pessoas e do trânsito em diferentes pontos da cidade. Hoje, a central, que funciona em Ondina, e é utilizada por órgãos como a Polícia Militar, a Defesa Civil, Limpurb, Salvamar e Transalvador, já está presente em 46 áreas do município.

 

Instaladas em locais como a Avenida Sete de Setembro, Comércio, Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana), Subúrbio Ferroviário, Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô), Avenida Luís Viana Filho (Paralela), Avenida Tancredo Neves, Avenida Centenário, Campo Grande, Largo do Tamarineiro, Ondina, Avenida Garibaldi, Praça Castro Alves e Iguatemi, as câmeras servem de apoio para deslocamento de equipes de salvamento, segurança e limpeza, garantindo agilidade e segurança nos serviços prestados à população.

 

As imagens em tempo real dessas áreas são acompanhadas na central pelos representantes dos diferentes órgãos, que podem, de imediato, acionar seus serviços para atender à demanda gerada em um dos pontos monitorados. Segundo o presidente da Cogel, um dos principais impactos do funcionamento da central é a melhoria da segurança pública.

 

"Onde existe o serviço de videomonitoramento, a população encontra com mais facilidade os serviços básicos, como segurança, por exemplo. Já está comprovado que não só os locais monitorados ficam mais seguros, como também aumenta a sensação de segurança das pessoas que circulam ou vivem naquelas áreas", explica Nailton Lantyer.

Fonte: Secom / Cogel

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