A decisão da Fifa de tornar os estádios livres da fumaça de cigarros e outros produtos derivados do tabaco durante os jogos da Copa das Confederações, que começa em junho, e das partidas da Copa do Mundo de 2014 foi considerada "excepcional" pelo diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), Luiz Antonio Santini.

A instituição já havia feito essa solicitação à Fifa em nome da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro (Conicq), que é o acordo para o controle do tabaco e a proteção das pessoas dos efeitos nocivos do tabagismo passivo. "Felizmente, a Fifa adotou essa posição, que é muito importante", disse Santini.

Ele considera a medida essencial para proteger as pessoas que comparecerão aos jogos do incômodo da fumaça do cigarro e também do risco de doenças como o câncer e as cardiovasculares. "E, em segundo lugar, por divulgar a importante recomendação, no caso do Brasil, da legislação que proíbe o fumo em ambientes fechados, estendendo a medida para ambientes semiabertos nos estádios mas que, de qualquer maneira, são altamente próximos às pessoas que estarão sujeitas à inalação involuntária da fumaça."

Fonte: Terra Esportes

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