A empresa Pedhuá Brasil e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinaram contrato de licenciamento de marca. A partir de agora, a identidade da Seleção Brasileira de Futebol será estampada no Pedhuá, um dos instrumentos de torcida chancelados pelo governo federal por meio do Plano de Promoção do Brasil na Copa.

 

O Pedhuá foi idealizado para levar música e alegria às torcidas nos eventos esportivos que serão realizados no país nos próximos anos. O produto tem suas raízes na cultura indígena, sendo utilizado por gerações para produzir um som semelhante ao canto da ave inhambu. Além disso, é apontado como o precursor do apito do samba.

 

“O pedhuá vai ter a cara da seleção brasileira, do samba e da ginga do nosso futebol. Assim como o Pedhuá, nossa seleção também é associada a uma ave, quando é carinhosamente chamada de “canarinho”. Por esses e outros motivos sempre acreditamos que o licenciamento com a CBF e com a Seleção era o melhor caminho”, comemora o diretor da Pedhuá Brasil, Alcedo Medeiros.

 

O acordo comercial da marca CBF com o Pedhuá irá até 2016 e a expectativa é que a meta inicial de vender 50 milhões de unidades no Brasil e exterior seja superada. A ideia da parceria é justamente popularizar o produto, que deve chegar ao mercado já para a Copa das Confederações com um preço acessível. A produção ficará sob a responsabilidade da empresa The Marketing Store. O produto deve sair a R$ 10 para o consumidor final.

 

Alcedo afirma que já deu início a uma rodada de visitas às cidades-sede da Copa do Mundo, e que a aceitação por parte da população é muito boa. “Em Manaus, por exemplo, várias pessoas nas ruas experimentaram o pedhuá e gostaram dele, por causa da facilidade em tocá-lo. Muitos ‘tiraram’, inclusive, sem dificuldades, um samba, que é a cara do Brasil”, vibra.

 

A meta da empresa é popularizar o produto. “O futebol e a música fazem parte do dia a dia de 200 milhões de brasileiros, que agora poderão empurrar a Seleção rumo ao hexa com muito ritmo e samba. Queremos que o pedhuá seja o instrumento do povo, assim como a nossa Seleção”, enfatiza Medeiros.

 

O diretor acrescenta que parte da renda será destinada a um projeto social em que serão treinados índios em modalidades olímpicas, como o tiro com arco. “O objetivo é preparar e levar um índio aos Jogos Olímpicos, e, quem sabe, já dê tempo de treiná-lo para os próximos, no Rio de Janeiro”, revela.

 

Fonte: Ministério do Esporte

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