Agora é pra valer. Salvador teve uma avaliação positiva após o evento-teste para a Copa das Confederações da FIFA que contou com o apoio de equipes do Comitê Organizador Local (COL) em sete áreas operacionais, no Ba-Vi de ontem (28/04), na Itaipava Arena Fonte Nova.

 

A análise foi feita por uma equipe de 51 funcionários do Comitê Organizador Local (COL). As áreas operacionais que tiveram a participação do COL foram: Competições (gandulas e preparação do gramado); Segurança (Stewards e integração com forças públicas); Serviços Médicos (Atendimento aos atletas); Limpeza e resíduos (Orientação e treinamento da equipe de limpeza do estádio); Transporte (Operação da chegada das equipes e árbitros dentro do estádio); Tecnologia (Sistema de áudio e vídeo); Serviços ao Espectador (Planejamento das filas de entrada). Também foram feitos testes pela sede (Transporte público para espectadores e segurança pública) e pelo Operador do Estádio (Limpeza, manutenção, controle de acesso e operação do sistema de áudio e vídeo).

 

A Prefeitura de Salvador atuou com a participação de diversos órgãos, como a Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop), que atuou com 180 profissionais na ordenação do comercio informal desde a Av. Joana Angélica, até o entorno da Arena. Segundo o coordenador de fiscalização da secretaria, Braz Pires, o trabalho progrediu bastante, se comparado com o Ba-Vi de inauguração da Fonte Nova, no último dia 7. “A organização foi muito melhor, os agentes já sabiam em quais pontos deveriam trabalhar e onde colocar os postos fixos e móveis”, afirmou.

 

Já a Secretaria Cidade Sustentável (Secis), acompanhou a gestão dos resíduos no interior da arena e o trabalho desenvolvido pela empresa que atuou no durante o jogo. A Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) disponibilizou 200 agentes, que atuaram nas gerências de trânsito, transporte e taxis. Além disso, foi simulada uma faixa exclusiva na Av. Bonocô para transportes públicos que, durante a Copa das Confederações, será destinada para o tráfego das comitivas credenciadas.

 

A Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb) enviou duas equipes de profissionais, 40 no total, que fez varrição do entorno da arena, lavagem da Ladeira Fonte das Pedras e coleta de 200 toneladas de lixo. A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) foi representada por 30 agentes, que fiscalizaram a segurança estrutural da arena, a poluição sonora e a publicidade.

 

Com um contingente de 160 guardas municipais, a Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev) prestou apoio às atividades da Transalvador, Sucom e Semop. Eles atuaram na área externa do estádio; na parte interna, 678 agentes de segurança privada já ensaiaram como será um jogo na Copa das Confederações da FIFA. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve a postos, caso fosse necessária a remoção de algum paciente do estádio ou o chamamento de ambulâncias. Juntamente com a Transalvador, eles foram os órgãos municipais que atuaram no Centro de Controle e Comando (CCC), que contou com a atuação da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros da Bahia, representantes das empresas de saúde e segurança presentes no estádio, entre outros.

 

O Escritório Municipal da Copa do Mundo (Ecopa), presente no evento, acompanhou todas as ações municipais e o trabalho da equipe do COL. “O trabalho articulado entre os órgãos municipais e do governo do estado tem dado bons frutos e pudemos comprovar isso com a aprovação do comitê”, afirmou o secretário municipal da Copa, Isaac Edington.

 

Para o COL, Salvador pode ser avaliada positivamente após o evento-teste deste domingo e há confiança de que o mesmo vá se repetir durante a competição em junho. “Ainda vamos realizar uma avaliação detalhada das sete áreas operacionais que testamos, mas a avaliação foi positiva. Um aspecto importante que foi testado é o do fluxo de pessoas, para que o público possa chegar com tranquilidade pelas ruas e o entorno da Fonte Nova, pelo fato de o estádio estar numa área densamente povoada. E o controle de acesso funcionou muito bem", afirmou o gerente geral de Integração Operacional do COL, Tiago Paes.

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