Durante a abertura do 26º Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo (Cihat), em São Paulo, na segunda-feira (15.10), o presidente da Embratur, Flávio Dino, defendeu a fixação de um teto máximo para tarifas aéreas, ao menos durante a Copa, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“A cobrança arbitrária de preços abusivos é condenada pela legislação brasileira”, afirmou Dino. “Não podemos supor que a invisível lei da oferta e da procura possa, sozinha, reger o mercado turístico, pois elevaremos os preços, e não só os aviões, à estratosfera”, completou o presidente da Embratur, referindo às tarifas aéreas.

Dino afirmou que o ingresso de turistas irá aumentar nos próximos anos, com os megaeventos, mas é necessário pensar na sustentabilidade do setor. “Acabados os megaeventos, o principal saldo que teremos é de imagem. Se algumas empresas do setor cobrarem preços abusivos, isso pesará negativamente na avaliação final dos estrangeiros e, portanto, em seu desejo de retorno”, explicou.

Outra proposta da Embratur é a política de "Céus Abertos", que prevê a livre atuação de companhias aéreas estrangeiras durante o Mundial. Presente ao evento, o deputado Arnaldo Faria de Sá apoiou a proposta. “A competição de empresas estrangeiras em diversas áreas, como a hotelaria, é saudável para a economia do turismo”, defendeu o secretário de Políticas Nacionais do Ministério do Turismo, Vinícius Lummertz.

 

Fonte: Portal da Copa

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